Autor: mauriciotadeu

Novas estratégias de gestão para tempos de transformação digital

Quando nos referimos a princípios fundamentais profissionais, a premissa de que “sempre foi assim” ou “nunca será diferente”, precisa ser completamente atualizada.

As regras de como as empresas devem operar no mercado para alcançarem sucesso estão mudando juntamente com outras questões básicas estratégicas para atingirem objetivos previamente delineados.

Dessa forma, repensar os pressupostos fundamentais estratégicos que permitam utilizar tecnologias digitais transformadoras é uma das novas exigências que se impõe aos empreendedores para migrarem o modelo de seus negócios do analógico para o digital.

Entre os fatores mais importantes a serem observados nas estratégias das empresas para viabilizar resultados ainda melhores, temos os seguintes pressupostos:

Clientes – se conectam e interagem dinamicamente, por meios e modos que estão mudando suas relações entre si e com as empresas, influenciando-se reciprocamente e construindo a reputação das empresas e das marcas.

Competição – cooperação e competição, antes contrárias, podem existir no mesmo modelo de negócios entre rivais do mesmo setor.

Dados – como as empresas produzem, gerenciam e usam a informação. São componentes fundamentais de como funcionam, se diferenciam nos mercados e geram novo valor.

Inovação – processo pelo qual novas ideias são desenvolvidas, testadas e lançadas no mercado. Encarar a inovação como base no aprendizado contínuo por experimentação rápida é essencial para as empresas.

Valor – o que a empresa/negócio entrega aos clientes, isto é, qual é proposta de valor?

Essas valiosas dicas podem apoiar o seu processo decisório e garantir que “velhas” restrições empresariais e profissionais sejam superadas e que novas possibilidades surjam, gerando incríveis oportunidades.

E como estão suas estratégias suas estratégias de inovação e transformação digital?

Vamos conversar a respeito de suas expectativas e necessidades e como, você e sua empresa/negócio, podem impactar clientes e mercados diante dos desafios nos campos estratégico, organizacional, estrutural, comportamental, de comunicação e marketing, de processos, de vendas e de gestão de resultados?

Me chame pelo Whatsapp (31-99129-4715) ou no e-mail: mauriciotadeu@waysgestaoempresarial.com.br

Do Analógico para o Digital

Os últimos tempos têm exigido de todas as empresas e seus profissionais uma enorme reflexão sobre as regras de negócios.

Elas apresentam mudanças em todos os setores de atividade, fundamentalmente em razão da transformação digital com o surgimento de novas tecnologias disruptivas que modificam modelos e processos de negócios.

A transformação digital, ao contrário de muitos pensamentos empresariais negativistas, não tem a ver com tecnologia, mas sim com novas estratégias, e novas formas de pensar e agir

O que basicamente distingue o papel dos empreendedores na gestão tradicional (analógica) para a gestão moderna (digital) reside no fato de que antes os líderes na atividade-analógica usavam a tecnologia para otimizar processos, agora na atividade-digital devem focar na estratégia para reimaginar e reinventar o seu modelo de negócio.

E, por isso, é demasiadamente importante pensar de maneira diferente sobre como compreendemos e criamos valor para os clientes.

Nesse analógico para o digital a forma como nos conectamos com os clientes e lhe oferecemos valor foi absolutamente transformada. Antes, simples transmissão de mensagens e fornecimento de produtos/serviços aos clientes, hoje relação interativa, participação dinâmica, mensagens e avaliações mais influentes do que a própria propaganda. 

Do analógico para o digital

Até a forma de competição está alterada, pois empresas do mesmo setor não concorrem mais somente entre si, mas também com negócios de outros setores de atividade, que podem levar parte dos clientes com ofertas digitais. Ao mesmo tempo podem se tornar cooperadas em outra área de negócios.

São muitos os desafios na transformação dos negócios tradicionais para tecnologias digitais. É imprescindível testar novas ideias (ouça seus gestores, seu time!); faça uso da experimentação permanente (verifique novas possibilidades!); mantenha-se ligado no aprendizado contínuo (por repetição!); e interaja com clientes (descubra o que eles valorizaram e pode ser possível mudar com muita rapidez com ofertas dos concorrentes!).

Vamos conversar sobre os desafios que você tem na sua atividade profissional, na sua empresa ou negócio para se reimaginar e se reinventar?

 Me chame pelo whatsapp (31 – 99129-4715) ou no e-mail: mauriciotadeu@waysgestaoempresarial.com.br

O valor do tempo para o empreendedor

Atualmente temos uma “avalanche” de ofertas digitais de produtos e serviços, convites para participações em liveswebinários, workshops e reuniões virtuais. Muitos reclamam da imensa pauta e da dificuldade de seleção para acompanhar a velocidade de todas as inovações e mudanças.

Mas, ao ouvir essas ponderações, pergunto-me:

Será que a hora é de reclamar mesmo? Ou de agradecer pelas inúmeras oportunidades de aprendizado, crescimento e de desenvolvimento pessoal e profissional que o momento nos oferece?

Para empreendedores de sucesso não vale só “pensar fora da caixa”, mas sim ser dono da caixa. Eles não nascem completamente prontos para se tornarem empreendedores, acredita-se que podem se desenvolver por meio de uma combinação de processos de coaching, educação e experiência.

Nessa perspectiva, compartilho com você uma reflexão sobre o valor do tempo:

  • Para você perceber o valor de UM ANO, pergunte a um estudante que repetiu o ano.
  • Para você perceber o valor de UM MÊS, pergunte para uma mãe que teve o seu bebê prematuramente.
  • Para você perceber o valor de UMA SEMANA, pergunte a um editor de um jornal semanal.
  • Para você perceber o valor de UMA HORA, pergunte aos enamorados que estão esperando para se encontrar.
  • Para você perceber o valor de UM MINUTO, pergunte a uma pessoa que perdeu um avião.
  • Para você perceber o valor de UM SEGUNDO, pergunte a uma pessoa que conseguiu evitar um acidente.
  • Para você perceber o valor de UM MILISEGUNDO, pergunte a alguém que venceu a medalha de prata em uma Olimpíada.

Pare e pense!

O que você tem feito com o seu tempo?

Você tem senso de urgência e autodisciplina para fazer seu negócio prosperar? E como equilibra resultados pessoais e profissionais?

Lembre-se que a “procrastinação é a assassina natural da oportunidade” (Victor Kiam).

Vamos conversar sobre as suas oportunidades de carreira e de negócios, envolvendo também gestão do tempo, produtividade, agenda e resultados extraordinários?

Me chame pelo whatsapp (31 – 99129-4715) ou no e-mail: mauriciotadeu@waysgestaoempresarial.com.br

Uma questão de vendas ou de atitude?

Estamos diante de um “novo mundo das vendas” que se caracteriza por clientes cada vez mais conectados, exigentes, seletivos e bem informados, com inúmeras opções à sua frente, concorrentes melhores, margens de lucro menores e ofertas similares, exigindo de cada um de nós uma série de novas competências, habilidades, comportamentos e atitudes que nos permitam transformar sonhos em realidade, e o mais importante: ajudar os nossos clientes na resolução dos seus problemas e na realização dos seus sonhos, como nos relata J.R. Noronha em “Vendas – Como faço?”

Uma questão de vendas ou de atitude?

Independentemente das técnicas e da metodologia que você tem utilizado, é importante frisar que “vender” faz parte de nosso cotidiano – “Tudo é Venda”! E a criatividade é cada vez mais exigida de todos nós!

Estamos vendendo o tempo todo através de nossas “atitudes”, “comportamentos”, “comunicação”, “apresentação”, esta última destacadamente também pela identidade visual de nossa marca (formato, cores, mensagem da logo), de posicionamento em redes sociais e, principalmente, do conteúdo que transmitimos para a sociedade e potenciais clientes por meio das ferramentas adequadas de marketing digital. Em outras palavras, significa dizer que influenciamos pessoas e profissionais em todas as nossas relações.

Portanto, observe que os principais desafios em vendas, antes, durante e após período pandêmico, nos levam a indagar quais são as melhores ações para respondermos de maneira mais ampla possível aos questionamentos relacionados ao cotidiano de vendas, sobre carreira, preparação, atendimento, comunicação, negociação, liderança e marketing pessoal?

Entre tantas buscas pela assertiva nas vendas, temos o seguinte:

– Como melhorar meus resultados de vendas?

– Como manter-me motivado em tempos difíceis?

– Como melhorar minhas habilidades de negociação?                                                                                  

– Como transformar meus clientes em seguidores e defensores da minha marca?

– Como administrar meu tempo?

– Como me preparar melhor?

– Como lidar melhor com as objeções dos clientes?

– Como usar as redes sociais para me posicionar e vender?

Uma questão de vendas ou de atitude?

Vamos conversar mais sobre o assunto? Me chame pelo whatsapp (31 – 99129-4715) ou no e-mail: mauriciotadeu@waysgestaoempresarial.com.br

Ressignificar é preciso, pessoal e profissionalmente

O ambiente em que nos encontramos atualmente traz inúmeros desafios pessoais, profissionais e empresariais. Aqui destaco os estudos que desenvolvo sobre o ecossistema do mercado a partir da quarta revolução industrial (fintechs e insurtechs), aliados à aplicação da lei da liberdade econômica com a ideia do estado mínimo, ou seja, mercados autorregulados e com menor intervenção governamental, além de um modelo previdenciário social que direciona boa parte da população brasileira economicamente ativa para a formação de reservas financeiras próprias.

Todos sabemos que a profundidade das transformações na sociedade, na economia e no mundo de negócios coloca muitos CEOs, dirigentes, gestores, empreendedores e intraempreendedores em posição de absoluta necessidade de adaptação tanto em questões de caráter comportamental como empresarial, pois as mudanças, reiteradamente, impactam a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos.

A transformação tecnológica e comportamental é significativa e reconfigura mercados tradicionais de trabalho com as exigências de inovação e disrupção. As novas tecnologias resultam em um novo ambiente profissional, cada vez mais autônomo e baseado em empreendedorismo.

A participação da tecnologia e a transformação digital são os principais vetores para a construção de empresas cada vez mais competitivas e mais rentáveis. Vale lembrar que a transformação digital não somente diz respeito à tecnologia, mas também às estratégias e a novas maneiras de pensar e agir. Quem não aderir à transformação digital estará “fora jogo”.

Diante desse cenário, pergunta-se: o que fazer?

A primeira ideia diz respeito diretamente à gestão comportamental, pois a inovação e a criatividade são as principais exigências de performance. É preciso criar mentalidade empreendedora e trabalhar com inteligência emocional para mudar as atitudes e a forma de pensar.

Segundo relatório Future of Jobs Report do World Economic Forum, as três competências e habilidades ranqueadas em um cenário cada vez mais competitivo até 2022 são: pensamento analítico e inovação; aprendizagem ativa e estratégia de aprendizagem; e criatividade, originalidade e iniciativas. Válidas para planos de carreiras intraeempreendedoras e, também, para carreiras empreendedoras do mercado.

Nesse contexto, muitos empresários diante da inovação se veem paralisados, porque desconhecem os meios para mudar a sua atitude; outros ignoram a necessidade de inovar, pois consideram que é assunto somente para grandes empresas, e não para o seu pequeno ou médio negócio; por fim o grupo que reage de forma a mudar tudo, e a todo custo, jogando fora aquilo que não tem caráter tecnológico, mas sem o devido planejamento e gestão estratégica adequada.

Assim, é fundamental que, além das chamadas soft skills (habilidades interpessoais)para atender ao exigente mercado de trabalho, devemos considerar uma evolução também muito significativa no comportamento de consumo da sociedade. Consumidores definitivamente conectados por meio das redes sociais e rápida acessibilidade, considerados a partir de 2020 onipresentes em razão da multiplicidade de canais e aplicativos diversos.

Portanto, exige-se a adoção de ferramentas de planejamento estratégico e empresarial que permita a utilização de posicionamentos híbridos, isto é, aqueles que se referem a processos analógicos e digitais.

Recomenda-se a realização de planos de ação com horizonte de curto prazo, uma vez que as incertezas, neste momento econômico e social, ainda são predominantes. Estabelecer metas de curto prazo pode contribuir para a construção de um crescimento empresarial mais sustentável.

Não podemos nos esquecer das estratégias de negócios e posicionamento digital, por meio da “inclusão digital”, da correta utilização das redes sociais, de uma clara comunicação com o mercado-alvo constituído de clientes persona e pela geração de marketing de conteúdo, observando o novo ciclo e funil de vendas.

A esse planejamento, adiciona-se um processo de gestão organizacional sistêmica, de recursos tecnológicos, financeiros e de pessoas para garantir a consecução dos objetivos empresariais e a obtenção da rentabilidade esperada.

Desafios comportamentais, gerenciais, estratégicos, digitais, processuais e organizacionais. Esse é o jogo! Quem estiver melhor preparado, com inovação e disrupção, vencerá!

Eu ajudo pessoas e empresas a desenvolverem as novas competências e habilidades comportamentais e a transformarem tecnológica e digitalmente seus modelos de negócios.

Ressignificar é a ação mais urgente no âmbito de seu desempenho profissional e pessoal.

Se você tem dúvidas, permito-me parafrasear Aristóteles: “A dúvida é o princípio da sabedoria!”

Vamos conversar mais sobre o assunto? Me chame pelo whatsapp (31 – 99129-4715) ou no e-mail: mauriciotadeu@waysgestaoempresarial.com.br

Onde a inovação faz a diferença

Muito se tem dito sobre a necessidade da “inovação”, em outra forma, definida como “mudança”; o termo vem do latim, em que in e novare significa “fazer algo novo”.

Tenho debatido muito a questão em webinários, lives, workshops e palestras virtuais, inspirado nos autores Bessan e Tidd, ressaltando que a “inovação não significa necessariamente a comercialização exclusiva de grandes avanços tecnológicos (uma inovação radical), mas também inclui a utilização de mudanças em pequena escala no saber tecnológico (uma melhoria ou uma inovação incremental)”.

Em uma definição mais útil, pode-se considerar que a inovação talvez seja “a exploração bem-sucedida de novas ideias”.

É imperativo mudar! Se não mudarmos o que oferecemos ao mercado (produtos e serviços) e como os criamos e ofertamos, corremos o risco de sermos superados por outros que o façam. Em última instância é uma questão de sobrevivência. Mas, por outro lado positivo, a inovação está fortemente associada ao crescimento e desenvolvimento das empresas. Novas ideias, novos negócios, novas formas de abordagem e comercialização, novos produtos e serviços, e geração de vantagens competitivas nas ofertas.

Boas ideias, quando corretamente implementadas, podem resultar em serviços novos e valiosos e na execução eficiente daqueles que já existem.

Por isso, inovação em rápidas dicas é uma questão de:

  • Identificar ou criar oportunidades;
  • Novas maneiras de atender mercados já existentes;
  • Fomentar novos mercados;
  • Repensar os serviços;
  • Atender necessidades sociais; e
  • Melhorar operações: fazer o que fazemos, mas melhor.

Como tudo isso pode acontecer?

Com uma boa dose de empreendedorismo (ou intraempreendedorismo – mudar internamente dentro dos limites das organizações), com processos organizados e gerenciados e com o propósito para inovação (criação de valor) em cada negócio.

Vamos conversar sobre a gestão da inovação em sua empresa ou novo empreendimento e como posso ajudá-lo nas dimensões da inovação em relação a produtos, processos, posicionamento estratégico e paradigmas comportamentais?

Coloco-me à disposição e aguardo seu contato.

Sucesso!

Vamos conversar mais sobre o assunto? Me chame pelo whatsapp (31 – 99129-4715) ou no e-mail: mauriciotadeu@waysgestaoempresarial.com.br

Entenda a importância do valor comercial para os clientes

Revisando o conceito do “mix marketing” devemos considerar que ele é uma ferramenta clássica para ajudar as empresas a planejar “o que oferecer” e “como oferecer” aos consumidores seus produtos ou serviços.

Nessa definição clássica encontramos os 4Ps do marketing – produto, preço, praça e promoção, que caracterizam basicamente as decisões empresariais do que oferecer (produto e preço) e resolver como oferecer (praça e promoção), isto é, onde distribuir o produto com o objetivo de torná-lo convenientemente disponível e acessível aos consumidores, a preços justos.

Também é fundamental lembrar que tradicionalmente o marketing inicia-se pela segmentação, significa dizer que as empresas devem dividir o seu mercado-alvo em grupos homogêneos com base em seus perfis geográficos, demográficos, psicográficos e comportamentais.

Esses fatores reunidos irão permitir melhorias em suas estratégias empresariais, estabelecendo ofertas diferenciadas; ajudarão na alocação de recursos e investimentos de forma mais eficiente; e, sobretudo, auxiliarão na identificação de um posicionamento estratégico mais preciso.

Ocorre que em mercados cada vez mais conectados, como acontece atualmente, o mix marketing evoluiu para acomodar mais participação dos clientes, exigindo mais envolvimento deles na comercialização e de forma ainda mais transparente, inclusive no desenvolvimento de produtos e serviços.

Além da transparência das relações comerciais, é necessário atender aos princípios de personalização e customização de produtos e serviços; precificação mais dinâmica (demanda de mercado e capacidade de utilização); acesso instantâneo aos produtos e serviços (ativação comunitária); promoção por meio das mídias sociais; cocriação na concepção, desenvolvimento e sucesso dos produtos e serviços; e atendimento colaborativo para o cliente (ouvir, responder e sistematicamente acompanhar).

Tornou-se mais complexa a venda? Agora ela reside na criação de valor comercial de forma ativa para todos (fornecedor, distribuidor e consumidor).

Vamos conversar sobre segmentação, mercado-alvo e posicionamento estratégico levando em conta essas perspectivas?

Espero você para um bate-papo!

Sucesso!

Vamos conversar mais sobre o assunto? Me chame pelo whatsapp (31 – 99129-4715) ou no e-mail: mauriciotadeu@waysgestaoempresarial.com.br

Como você se conecta ao seu mercado potencial de consumidores?

·   Com interação ON-LINE ou
·   Com interação OFF-LINE?

A resposta é: ambas devem coexistir e ser complementares com o objetivo comum de fornecer uma experiência superior ao consumidor, conforme nos ensina Philip Kotler.

A conectividade com clientes é essencial para o sucesso de qualquer negócio, uma vez que garante informações preciosas para o processo de decisão de compra de cada consumidor, aguçando curiosidade e aumento do nível de conhecimento de cada um deles sobre a sua marca.

Lembre-se de que o processo decisório de compra passa por três fatores de influência:

·         Pelas comunicações de marketing em diferentes mídias;

·         Pelas opiniões de amigos e familiares; e

·         Pelo conhecimento e experiências prévias sobre determinadas marcas (produtos e serviços).

Assim, as suas comunicações por meio de técnicas de marketing adequadas para as diversas mídias irão atingir clientes conectados (on-line), ou seja, quando estão ativos em suas redes sociais, e-mails e aplicativos, ou se estão realizando outras atividades fora da internet, no mundo físico (off-line).

Qual a melhor opção para o meu negócio?

off-line abrange todas as estratégias e recursos que têm espaço no mundo físico ou nas mídias tradicionais, aquelas realizadas principalmente através de ações presenciais em seu ponto de venda e, também, em eventos, ou pela TV, panfletagem, outdoor e remessas pelo correio.

Já as estratégias no marketing on-line são realizadas no mundo digital, isto é, recursos que dependem da internet. Utilizam-se meios como: e-mail marketing, redes sociais, sites, vídeos, aplicativos de celular e outras opções

Avalie como você pode melhorar a sua conectividade com seu mercado-alvo de acordo com a segmentação necessária de público e definição de clientes em potencial, seus personas.

Estou à disposição para ajudá-los nessa tarefa muito especial que faz toda a diferença em seus resultados.

Sucesso!

Marketing 4.0 voltado para o mercado feminino

Escreveu Clarice Lispector: “o destino de uma mulher é ser mulher”.

Faço dessa reflexão um desdobramento para as lições atuais sobre o marketing 4.0 dirigido ao mercado feminino. Um segmento de dimensões gigantescas que se apresenta com perfil inegavelmente singular.

Como lidar com o atendimento às expectativas, desejos, anseios, sonhos e necessidades desse público (mercado-alvo) para produtos e serviços?

Descrito no livro Marketing to Womem Around the World, o mercado feminino se divide em quatro nichos: (1) donas de casas conformadas; (2) donas de casa que planejam trabalhar; (3) mulheres com um emprego; e (4) mulheres com uma carreira. Elas exercem forte influência sobre pessoas de acordo com a atividade que realizam e são melhores gerentes quando se trata de atribuições complexas e multifacetadas, pois estão mais adaptadas a essas questões em casa, no trabalho ou em ambos.

As pesquisas sobre comportamento nos revelam que o processo de tomada de decisão de uma mulher é diferente do processo dos homens. Homens são mais curtos e diretos; querem resolver a situação. Mulheres costumam passar horas nas lojas examinando qualidade, comparando preços e pesquisando on-line, assim como conversam mais sobre marcas e buscam opiniões das amigas, da família e estão abertas a receber auxílio dos outros (uma boa dica para os profissionais de aconselhamento e consultoria). Elas querem o produto perfeito, o serviço perfeito ou a solução perfeita. Tendem a avaliar tudo (benefícios funcionais, emocionais, preço e demais características) antes de definir o verdadeiro valor dos produtos e serviços.

Importante destacar que são mais fiéis às marcas e mais inclinadas a recomendar sua escolha à comunidade, por isso, consideradas “influenciadoras”.

Essas influências dão sustentação ao crescimento exponencial das mulheres na conquista por maior participação de mercado na economia digital.

Se sua empresa deseja crescer no segmento feminino, é necessário passar pelo processo de tomada de decisão mais abrangente das mulheres. Elas são ótimas coletoras de informações, compradoras holísticas e gerentes domésticas.

Lembre-se de que a autora Clarice Lispector também nos deixou outro grande ensinamento e um enorme desafio: “toda mulher leva um sorriso no rosto e mil segredos no coração”.

Pense nisso!

Como sua empresa pode aumentar participação no mercado feminino alavancando a influência das mulheres nas comunidades em que ela participa (lar, família, trabalho e amigas)?

Especialistas criam Circuito Empreendedor: treinamento prático em marketing e vendas

Em plena pandemia do novo coronavírus, 3,359 milhões de empresas foram abertas no Brasil no ano passado contra 1,044 milhão que fecharam as portas, segundo o Ministério da Economia. O País registrou um saldo positivo de 2,315 milhões de novos negócios abertos no período, sendo que a maioria deles, 2,6 milhões, são Micro Empreendedores Individuais (MEIs).

“O número de empresas abertas no ano passado foi o maior desde o início da série histórica, em 2010. Esse é um marco no cenário do empreendedorismo no País”, comemora o professor e consultor Maurício Tadeu Barros Morais.

Com o objetivo de auxiliar tanto empresários como gestores a se posicionarem estrategicamente no mercado e maximizarem seus lucros, Morais e o também consultor Rodrigo Mattos criaram o Circuito Empreendedor.

“Trata-se de um treinamento prático em marketing e vendas, que vai contribuir para que o empreendedor ou intraempreendedor transforme a sua visão a respeito do seu negócio e obtenha resultados fora da curva. Além das aulas ao vivo pela plataforma Zoom, o curso oferece um diferencial: a mentoria em grupo”, explica Morais, que também é mentor de empreendedores, coach e especialista em planejamento estratégico e gestão.O programa foi lançado no dia 4 de fevereiro em uma live no Instagram e terá início no dia 2 de março. Os interessados podem se inscrever no link: http://contato-rdsm-site-196.rds.land/circuitoempreendedor2021

Acompanhe as próximas lives do Circuito Empreendedor:

09/02 – “Quais os recursos de marketing você precisa para melhorar seus resultados pessoais e profissionais?”

22/02 – “Vendas ou Marketing: o que vem primeiro?”

25/02 – “Como você pode aumentar seus lucros com ações de marketing e vendas?”

Sempre às 19 horas, no Instagram no perfil @prof.mauriciotadeu