Mês: março 2021

Ressignificar é preciso, pessoal e profissionalmente

O ambiente em que nos encontramos atualmente traz inúmeros desafios pessoais, profissionais e empresariais. Aqui destaco os estudos que desenvolvo sobre o ecossistema do mercado a partir da quarta revolução industrial (fintechs e insurtechs), aliados à aplicação da lei da liberdade econômica com a ideia do estado mínimo, ou seja, mercados autorregulados e com menor intervenção governamental, além de um modelo previdenciário social que direciona boa parte da população brasileira economicamente ativa para a formação de reservas financeiras próprias.

Todos sabemos que a profundidade das transformações na sociedade, na economia e no mundo de negócios coloca muitos CEOs, dirigentes, gestores, empreendedores e intraempreendedores em posição de absoluta necessidade de adaptação tanto em questões de caráter comportamental como empresarial, pois as mudanças, reiteradamente, impactam a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos.

A transformação tecnológica e comportamental é significativa e reconfigura mercados tradicionais de trabalho com as exigências de inovação e disrupção. As novas tecnologias resultam em um novo ambiente profissional, cada vez mais autônomo e baseado em empreendedorismo.

A participação da tecnologia e a transformação digital são os principais vetores para a construção de empresas cada vez mais competitivas e mais rentáveis. Vale lembrar que a transformação digital não somente diz respeito à tecnologia, mas também às estratégias e a novas maneiras de pensar e agir. Quem não aderir à transformação digital estará “fora jogo”.

Diante desse cenário, pergunta-se: o que fazer?

A primeira ideia diz respeito diretamente à gestão comportamental, pois a inovação e a criatividade são as principais exigências de performance. É preciso criar mentalidade empreendedora e trabalhar com inteligência emocional para mudar as atitudes e a forma de pensar.

Segundo relatório Future of Jobs Report do World Economic Forum, as três competências e habilidades ranqueadas em um cenário cada vez mais competitivo até 2022 são: pensamento analítico e inovação; aprendizagem ativa e estratégia de aprendizagem; e criatividade, originalidade e iniciativas. Válidas para planos de carreiras intraeempreendedoras e, também, para carreiras empreendedoras do mercado.

Nesse contexto, muitos empresários diante da inovação se veem paralisados, porque desconhecem os meios para mudar a sua atitude; outros ignoram a necessidade de inovar, pois consideram que é assunto somente para grandes empresas, e não para o seu pequeno ou médio negócio; por fim o grupo que reage de forma a mudar tudo, e a todo custo, jogando fora aquilo que não tem caráter tecnológico, mas sem o devido planejamento e gestão estratégica adequada.

Assim, é fundamental que, além das chamadas soft skills (habilidades interpessoais)para atender ao exigente mercado de trabalho, devemos considerar uma evolução também muito significativa no comportamento de consumo da sociedade. Consumidores definitivamente conectados por meio das redes sociais e rápida acessibilidade, considerados a partir de 2020 onipresentes em razão da multiplicidade de canais e aplicativos diversos.

Portanto, exige-se a adoção de ferramentas de planejamento estratégico e empresarial que permita a utilização de posicionamentos híbridos, isto é, aqueles que se referem a processos analógicos e digitais.

Recomenda-se a realização de planos de ação com horizonte de curto prazo, uma vez que as incertezas, neste momento econômico e social, ainda são predominantes. Estabelecer metas de curto prazo pode contribuir para a construção de um crescimento empresarial mais sustentável.

Não podemos nos esquecer das estratégias de negócios e posicionamento digital, por meio da “inclusão digital”, da correta utilização das redes sociais, de uma clara comunicação com o mercado-alvo constituído de clientes persona e pela geração de marketing de conteúdo, observando o novo ciclo e funil de vendas.

A esse planejamento, adiciona-se um processo de gestão organizacional sistêmica, de recursos tecnológicos, financeiros e de pessoas para garantir a consecução dos objetivos empresariais e a obtenção da rentabilidade esperada.

Desafios comportamentais, gerenciais, estratégicos, digitais, processuais e organizacionais. Esse é o jogo! Quem estiver melhor preparado, com inovação e disrupção, vencerá!

Eu ajudo pessoas e empresas a desenvolverem as novas competências e habilidades comportamentais e a transformarem tecnológica e digitalmente seus modelos de negócios.

Ressignificar é a ação mais urgente no âmbito de seu desempenho profissional e pessoal.

Se você tem dúvidas, permito-me parafrasear Aristóteles: “A dúvida é o princípio da sabedoria!”

Vamos conversar mais sobre o assunto? Me chame pelo whatsapp (31 – 99129-4715) ou no e-mail: mauriciotadeu@waysgestaoempresarial.com.br

Onde a inovação faz a diferença

Muito se tem dito sobre a necessidade da “inovação”, em outra forma, definida como “mudança”; o termo vem do latim, em que in e novare significa “fazer algo novo”.

Tenho debatido muito a questão em webinários, lives, workshops e palestras virtuais, inspirado nos autores Bessan e Tidd, ressaltando que a “inovação não significa necessariamente a comercialização exclusiva de grandes avanços tecnológicos (uma inovação radical), mas também inclui a utilização de mudanças em pequena escala no saber tecnológico (uma melhoria ou uma inovação incremental)”.

Em uma definição mais útil, pode-se considerar que a inovação talvez seja “a exploração bem-sucedida de novas ideias”.

É imperativo mudar! Se não mudarmos o que oferecemos ao mercado (produtos e serviços) e como os criamos e ofertamos, corremos o risco de sermos superados por outros que o façam. Em última instância é uma questão de sobrevivência. Mas, por outro lado positivo, a inovação está fortemente associada ao crescimento e desenvolvimento das empresas. Novas ideias, novos negócios, novas formas de abordagem e comercialização, novos produtos e serviços, e geração de vantagens competitivas nas ofertas.

Boas ideias, quando corretamente implementadas, podem resultar em serviços novos e valiosos e na execução eficiente daqueles que já existem.

Por isso, inovação em rápidas dicas é uma questão de:

  • Identificar ou criar oportunidades;
  • Novas maneiras de atender mercados já existentes;
  • Fomentar novos mercados;
  • Repensar os serviços;
  • Atender necessidades sociais; e
  • Melhorar operações: fazer o que fazemos, mas melhor.

Como tudo isso pode acontecer?

Com uma boa dose de empreendedorismo (ou intraempreendedorismo – mudar internamente dentro dos limites das organizações), com processos organizados e gerenciados e com o propósito para inovação (criação de valor) em cada negócio.

Vamos conversar sobre a gestão da inovação em sua empresa ou novo empreendimento e como posso ajudá-lo nas dimensões da inovação em relação a produtos, processos, posicionamento estratégico e paradigmas comportamentais?

Coloco-me à disposição e aguardo seu contato.

Sucesso!

Vamos conversar mais sobre o assunto? Me chame pelo whatsapp (31 – 99129-4715) ou no e-mail: mauriciotadeu@waysgestaoempresarial.com.br

Entenda a importância do valor comercial para os clientes

Revisando o conceito do “mix marketing” devemos considerar que ele é uma ferramenta clássica para ajudar as empresas a planejar “o que oferecer” e “como oferecer” aos consumidores seus produtos ou serviços.

Nessa definição clássica encontramos os 4Ps do marketing – produto, preço, praça e promoção, que caracterizam basicamente as decisões empresariais do que oferecer (produto e preço) e resolver como oferecer (praça e promoção), isto é, onde distribuir o produto com o objetivo de torná-lo convenientemente disponível e acessível aos consumidores, a preços justos.

Também é fundamental lembrar que tradicionalmente o marketing inicia-se pela segmentação, significa dizer que as empresas devem dividir o seu mercado-alvo em grupos homogêneos com base em seus perfis geográficos, demográficos, psicográficos e comportamentais.

Esses fatores reunidos irão permitir melhorias em suas estratégias empresariais, estabelecendo ofertas diferenciadas; ajudarão na alocação de recursos e investimentos de forma mais eficiente; e, sobretudo, auxiliarão na identificação de um posicionamento estratégico mais preciso.

Ocorre que em mercados cada vez mais conectados, como acontece atualmente, o mix marketing evoluiu para acomodar mais participação dos clientes, exigindo mais envolvimento deles na comercialização e de forma ainda mais transparente, inclusive no desenvolvimento de produtos e serviços.

Além da transparência das relações comerciais, é necessário atender aos princípios de personalização e customização de produtos e serviços; precificação mais dinâmica (demanda de mercado e capacidade de utilização); acesso instantâneo aos produtos e serviços (ativação comunitária); promoção por meio das mídias sociais; cocriação na concepção, desenvolvimento e sucesso dos produtos e serviços; e atendimento colaborativo para o cliente (ouvir, responder e sistematicamente acompanhar).

Tornou-se mais complexa a venda? Agora ela reside na criação de valor comercial de forma ativa para todos (fornecedor, distribuidor e consumidor).

Vamos conversar sobre segmentação, mercado-alvo e posicionamento estratégico levando em conta essas perspectivas?

Espero você para um bate-papo!

Sucesso!

Vamos conversar mais sobre o assunto? Me chame pelo whatsapp (31 – 99129-4715) ou no e-mail: mauriciotadeu@waysgestaoempresarial.com.br

Como você se conecta ao seu mercado potencial de consumidores?

·   Com interação ON-LINE ou
·   Com interação OFF-LINE?

A resposta é: ambas devem coexistir e ser complementares com o objetivo comum de fornecer uma experiência superior ao consumidor, conforme nos ensina Philip Kotler.

A conectividade com clientes é essencial para o sucesso de qualquer negócio, uma vez que garante informações preciosas para o processo de decisão de compra de cada consumidor, aguçando curiosidade e aumento do nível de conhecimento de cada um deles sobre a sua marca.

Lembre-se de que o processo decisório de compra passa por três fatores de influência:

·         Pelas comunicações de marketing em diferentes mídias;

·         Pelas opiniões de amigos e familiares; e

·         Pelo conhecimento e experiências prévias sobre determinadas marcas (produtos e serviços).

Assim, as suas comunicações por meio de técnicas de marketing adequadas para as diversas mídias irão atingir clientes conectados (on-line), ou seja, quando estão ativos em suas redes sociais, e-mails e aplicativos, ou se estão realizando outras atividades fora da internet, no mundo físico (off-line).

Qual a melhor opção para o meu negócio?

off-line abrange todas as estratégias e recursos que têm espaço no mundo físico ou nas mídias tradicionais, aquelas realizadas principalmente através de ações presenciais em seu ponto de venda e, também, em eventos, ou pela TV, panfletagem, outdoor e remessas pelo correio.

Já as estratégias no marketing on-line são realizadas no mundo digital, isto é, recursos que dependem da internet. Utilizam-se meios como: e-mail marketing, redes sociais, sites, vídeos, aplicativos de celular e outras opções

Avalie como você pode melhorar a sua conectividade com seu mercado-alvo de acordo com a segmentação necessária de público e definição de clientes em potencial, seus personas.

Estou à disposição para ajudá-los nessa tarefa muito especial que faz toda a diferença em seus resultados.

Sucesso!

Marketing 4.0 voltado para o mercado feminino

Escreveu Clarice Lispector: “o destino de uma mulher é ser mulher”.

Faço dessa reflexão um desdobramento para as lições atuais sobre o marketing 4.0 dirigido ao mercado feminino. Um segmento de dimensões gigantescas que se apresenta com perfil inegavelmente singular.

Como lidar com o atendimento às expectativas, desejos, anseios, sonhos e necessidades desse público (mercado-alvo) para produtos e serviços?

Descrito no livro Marketing to Womem Around the World, o mercado feminino se divide em quatro nichos: (1) donas de casas conformadas; (2) donas de casa que planejam trabalhar; (3) mulheres com um emprego; e (4) mulheres com uma carreira. Elas exercem forte influência sobre pessoas de acordo com a atividade que realizam e são melhores gerentes quando se trata de atribuições complexas e multifacetadas, pois estão mais adaptadas a essas questões em casa, no trabalho ou em ambos.

As pesquisas sobre comportamento nos revelam que o processo de tomada de decisão de uma mulher é diferente do processo dos homens. Homens são mais curtos e diretos; querem resolver a situação. Mulheres costumam passar horas nas lojas examinando qualidade, comparando preços e pesquisando on-line, assim como conversam mais sobre marcas e buscam opiniões das amigas, da família e estão abertas a receber auxílio dos outros (uma boa dica para os profissionais de aconselhamento e consultoria). Elas querem o produto perfeito, o serviço perfeito ou a solução perfeita. Tendem a avaliar tudo (benefícios funcionais, emocionais, preço e demais características) antes de definir o verdadeiro valor dos produtos e serviços.

Importante destacar que são mais fiéis às marcas e mais inclinadas a recomendar sua escolha à comunidade, por isso, consideradas “influenciadoras”.

Essas influências dão sustentação ao crescimento exponencial das mulheres na conquista por maior participação de mercado na economia digital.

Se sua empresa deseja crescer no segmento feminino, é necessário passar pelo processo de tomada de decisão mais abrangente das mulheres. Elas são ótimas coletoras de informações, compradoras holísticas e gerentes domésticas.

Lembre-se de que a autora Clarice Lispector também nos deixou outro grande ensinamento e um enorme desafio: “toda mulher leva um sorriso no rosto e mil segredos no coração”.

Pense nisso!

Como sua empresa pode aumentar participação no mercado feminino alavancando a influência das mulheres nas comunidades em que ela participa (lar, família, trabalho e amigas)?